terça-feira, 9 de agosto de 2022

Chaminé da Fábrica

 Quando a chaminé fumegava

Não sabia o que dizer

Dos pedaços de amor esquecidos no restolho 

E das noites fugidias de Verão 

Onde o orvalho me beijava a nuca 

Como música a crescer na madrugada


2 comentários:

  1. Agora a fábrica está em ruinas, já não fumega, guarda os pedaços de amor dentro de casa, as noites na aldeia são incómodas, mesmo em sonhos de Verão.

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