Crepita a madeira
Labaredas de vida evolam do fogo
O jantar não tarda
Corpos amolecidos pelo calor
Deambulam acima e abaixo
Sem pressa e sem hora
Um perfume a couves quentes paira no ar
O jantar está pronto
Não demores
A cadeira espera-te no topo da mesa
Já me sentei, e sinto-me muito bem.
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